quinta-feira, 30 de abril de 2009

Raças de gato com a letra B

Balinês
origem: EUA
esperança de vida: 9 a 15 anos
classificação: Pêlo Semi-Longo
peso: 2 para 5 kg
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As suas raízes exóticas são inquestionáveis: com um pêlo gracioso que se agita de um lado para o outro quando se movimenta, o Balinês parece mesmo uma bailarina de Bali! Mas para além da origem do seu nome, não existem mais relações com esta ilha, uma vez que esta raça surgiu pela primeira vez nos Estados Unidos no final dos anos quarenta. O Balinês descende de pais Siameses, portadores de um gene que deu origem ao seu pêlo comprido. Desde 1970 que é aceite em todas as associações norte-americanas.
Embora não seja tão brincalhão como os Siameses, o Balinês é muito afectuoso e menos orgulhoso do que estes.
Corpo médio e esguio, musculoso; cabeça triangular e comprida, com nariz longo; orelhas largas na base e pontiagudas; olhos de tamanho médio e amendoados, de cor azul-safira; patas compridas e esguias; cauda longa e esguia.
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Bombaim
origem: Estados Unidos da América
data de origem: 1960
esperança de vida: 15 a 16anos
evolução da raça: Black American Shorthair e Sable Burmese
peso: 2 para 5 kg
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O Bombaim surgiu do cruzamento do Birmanês com o Americano Pêlo Curto, quando Nikki Horner decidiu criar um gato que fosse uma pantera negra em miniatura. O nome, foi escolhido para homenagear a Índia, região de onde vem este felino. As tentativas duraram mais de 30 anos, já que o ideal era um gato parecido com o burmese, mas negro e com olhos cor de topázio. A raça foi registrada no Cat Fanciers
Association (CFA) em 1970, sendo uma das primeiras raças reconhecidas pela TICA.
Muito brincalhão e divertido, não é destruidor nem traiçoeiro. Adpta-se a qualquer clima.
O Bombaim é independente e gosta de passear e caçar. Não é do tipo agitado, sendo corajoso e paciente. É um excelente animal para apartamentos, mas não é uma raça que aprecia ficar só por muito tempo. Adora ronronar e é muito paciente com crianças.
Corpo muscular de tamanho médio. Pernas têm comprimento médio e patas são arredondadas. O rabo é de comprimento médio, reto, terminando em uma ponta ligeiramente arredondada. A cabeça é arredondada, curta e larga.
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Burmese

data de origem: 1930
peso: 4 para 7 kg
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O gato Burmese tem sua origem em Tailândia, em Malaya e em Burma. Acredita-se geralmente para ser descido de uma raça dos gatos chamados Tanga Daeng que viveu nos templos tailandeses. Nos poemas do gato de Tailândia foram retratados como protetores heróicos de seus repousos.
Chegaram primeiramente no oeste nos anos 30 sob a forma de um birmanês chamado Wong Mau. Um marinheiro do leste deu o gato ao Dr. Joseph Thompson de San Francisco. Deste gato veio a raça moderna do birmanês hoje.
O gato Burmese tem um corpo desossado, muscular e de tamanho médio pesado. A cabeça é em volta do jogo em uma garganta longa, e o açaime é curto. Têm os grandes olhos dourados que são ajustados largos distante em suas cabeças. O birmanês tem por muito tempo e os pés magros e as patas dadas forma ovais. Esta raça tem um revestimento brilhante dos cabelos curtos. Um birmanês mantido poço pode viver até 18 anos e sobre. O tamanho médio da maca de um birmanês está entre 1 e 8. birmanês vem em muitas cores, incluir o sable, o marrom, o vermelho, o chocolate, o creme, o lilac, a prata, o azul, a platina, e o tortie. Geralmente você encontra a pele mais clara em seus barriga e lado de baixo do birmanês.
A personalidade de um gato Burmese é muito como aquela de um cão. Muito frequentemente comportam-se mais como cães do que gatos e apreciam-se jogar o fletch. Seu gato Burmese é um extrovert que seja muito vocal, energético, acrobático, e inteligente e povos orientado. Amam a companhia se humano ou a companhia animal. Gosta de ser com seus seres humanos e amores para compartilhar de sua cama cada noite. Tem uma natureza doce e não a gosta de ser saida sozinho. Seu gato Burmese dorme um pouco em seu regaço para estar perto de você.
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Bengal
origem: EUA
classificação: Pêlo Curto
peso: 5 para 10 kg
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Raça recente, directamente descendente dos felinos selvagens, resultou do cruzamento entre um leopardo-asiático e um tabby. O objectivo foi o de produzir um gato com a beleza dos felinos selvagens, mas com o temperamento dócil de um gato doméstico. Fruto do trabalho de uma Norte Americana, Jean Mill, Psicologa por formação e amante incondicional dos gatos por vocação, o Bengali é um gato extremamente raro, sendo algumas das suas características difíceis de obter (como as orelhas pequenas). O Bengali foi reconhecido pela Tica - The International Cat Association dos Estados Unidos - em 1992.
Muito brincalhão e de reflexos rápidos, mantém algumas Características do seu ancestral selvagem; afectuoso e confiante.
Deve parecer um pequeno leopardo, com o corpo longo e muscoloso; cabeça grande e nariz curto; orelhas de tamanho pequeno a médio; olhos grandes e arredondados, verdes ou amarelos; patas relativamente curtas, sendo as traseiras mais curtas do que as dianteiras; cauda comprida
Pelo curto, sedoso e espesso. A cor base é ruiva, com algumas manchas dispersas ou alinhadas horizontalmente.
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Bosques da Noruega
origem: Noruega
esperança de vida: 15 anos
peso: 2 para 8 kg
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Este felino é conhecido como o gato encantado das florestas escandinavas. Os Vikings chamavam-lhe “Fada da floresta”, uma vez que o gato se desenvolveu naturalmente em territórios próximos dos humanos. A silhueta do Bosques da Noruega tornou-se familiar aos habitantes do seu país ao vaguear pelas florestas e campos rurais em busca das sua pequenas presas. Calcula-se que estes dóceis felinos, já vivam nas florestas norueguesas desde 1000 a.C.
Pensa-se que esta raça descenda do Angorá Turco, levado para a Escandinávia por marinheiros Vikings. Isto porque as cores da pelagem os gatos noruegueses partilham a mesma cor da pelagem com os gatos turcos, padrões raros no resto da Europa. O gato teve de se adaptar ao rude clima das Florestas Norueguesas. O frio, a chuva, a neve e o granizo, obrigou o grande felino a resguardar-se com uma pelagem impermeável e quase estanque. O seu corpo fortaleceu-se e tornou-se num imponente gato de pêlo semi-longo.
Foi na década de 30 do século XX, que o Bosques da Noruega começou a ser valorizado no seu país de origem. Até meados do século XX foi mantido dentro das fronteiras norueguesas pelo que era desconhecido nos restantes países. Na década de 70 do mesmo século, começou a aparecer nas feiras e exposições felinas onde hoje já conquistou um lugar de destaque. Foi reconhecido em 1977 pela FIFé.
Dócil e tolerante, o Bosques da Noruega é calmo e de humor estável. Gosta de ser acariciado e mimado. Aprecia a companhia de outros animais tornando-se por vezes companheiro inseparável do cão da família.
É um bom trepador e adora mostrar a sua supremacia. Dotado de uma inteligência e de uma curiosidade fora do comum, segue furtivamente os donos, investigando todas as suas actividades com o maior interesse. Bastante territorial e desconfiado em relação a estranhos, as visitas são alvo de uma minuciosa inspecção.
Aventureiro e brincalhão o Gato Bosques da Noruega é um animal activo, que gosta de passear no exterior. Há mesmo quem afirme que o gato é capaz de pescar. É bastante territorial.
Tem um amadurecimento lento e alguns podem só atingir a idade adulta aos 4 anos.
O corpo do Bosques da Noruega deve ser grande, forte e musculoso, alongado e com uma sólida ossatura. Os machos podem atingir os 7 kg e as fêmeas 5 kg.
A cabeça, vista de frente, deve formar um triângulo equilátero. Da cabeça destaca-se o longo nariz coberto com pêlo da mesma cor do restante corpo. As orelhas são grandes com pontas "afiadas". São largas na base, estão implantadas no cimo da cabeça prolongando a linha do crânio, têm tufos de lince nas pontas e tufos de pêlo mais comprido no interior encaracolando-se ligeiramente para trás. Os olhos são ovais e podem ser encontrados em todas as cores, dependendo da pelagem. O perfil alongado, deve manter-se rectilíneo e sem stop até um pouco acima das sobrancelhas. O queixo é forte mas não pronunciado.
Alto de patas, deve ter as pernas posteriores mais altas que as anteriores. Tanto as pernas como as patas são bastante grossas denotando uma adaptação natural às agrestes condições climatéricas do seu país natal. Aliás, todo o corpo é bastante robusto. A cauda longa e tufada, deve chegar pelo menos à base do pescoço.No Bosques da Noruega são aceites todas as cores que podemos observar nos gatos rafeiros. Têm uma pelagem dupla que é à prova de água e o protege do frio do Inverno. O sub-pêlo lanoso é recoberto por uma pelagem impermeável. Este manto lustroso cobre o dorso e os flancos.
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Burmilla
origem: Reino Unido
data de origem: 1981
esperança de vida: 15 anos
classificação: Pêlo Curto
peso: 7 para 9 kg
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Esta raça é provavelmente uma das mais recentes. Surgiu em 1981 a partir do cruzamento não intencional de um exemplar da raça Birmanesa com outro da raça Chinchila. O seu belo manto macio logo cativou alguns admiradores que rapidamente juntaram esforços no sentido de fazer deste gato, uma raça reconhecida internacionalmente. Embora ainda não aceite em todos os países, já é reconhecido pela FIFe. Foi o Burmilla que deu origem ao grupo de gatos asiáticos.
Este gato é geralmente muito divertido gostando muito de interagir com os vários elementos do seu meio. Fazendo jus à sua origem, não é tão turbulento como o Birmanês, mas é mais sociável que o Chinchila. Gosta também de atenção, mas não os pede com tanta frequência e insistência como os gatos de pêlo comprido. Apesar de ser uma raça recente, é um gato bastante equilibrado.
O Burmilla é um gato de porte médio. Elegante, faz parte do grupo dos asiáticos.A pequena cabeça arredondada é marcada pelo nariz avermelhado que se destaca do conjunto. As orelhas são de tamanho médio com as pontas ligeiramente arredondadas. Os seus olhos verdes são grandes quando comparados com o tamanho total da cabeça. Em gatos com pelagem tartaruga ou creme a cor âmbar é permitida. As pernas são finas e a cauda é média ou longa com anéis malhados.A pelagem é curta e densa. Todos os Burmilla têm um sombreado prateado. As variedades de cores são: preto ou marinho/Azul/Chocolate/Lilás/Canela/Fulvo sombreado a prata. E ainda, vermelho, creme, tartaruga com sombra prata.
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Bobtail Japonês
Origem: Japão
Esperança de vida: 9 a 15 anos
Classificação: Pêlo curto/Semi longo
Peso: 2 para 4 Kg
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Gatos com caudas deformadas estão bem documentados em várias partes da Ásia: os genes responsáveis por essa mutação foram provavelmente introduzidos com os primeiros gatos levados da China para o Japão há cerca de 1.000 anos. Os gatos asiáticos com caudas curtas e eriçadas podem compartilhar de um ancestralidade comum com o Bobtail Japonês, mas não existe ligação nenhuma entre o Bobtail e o Manx. Atualmente, sabe-se apenas que ocorreram mutações inteiramente distintas.
No Japão, seu país de origem e local onde possui uma extensa história, essa raça é considerada o símbolo da amizade. Quando está sentado, é comum levantar uma das mãos, esse gesto, segundo a crença popular japonesa, traz boa sorte. Essa crença é tão levada a sério pelos japoneses que, é comum vermos gravuras e modelos dos "gatos que acenam" nas portas de estabelecimentos japoneses para saudar os visitantes.
Embora o Bobtail tenha raízes no extremo Oriente do século VII, apenas recentemente os japoneses se mostraram interessados em expor esta raça. Foram os americanos, no final da década de 1960, os responsáveis pela sua maior divulgação. Contudo, esta raça ainda é considerada rara.
Em relação as cores do Bobtail Japonês, as mais apreciadas são a preta, branca e vermelha, seja em cor única ou nas combinações bicolor ou tricolor. Estas são conhecidas no Japão como por Mi-ke (feliz). São aceitos também os Bobtails de cores diferentes, desde que o desenho da pelagem não seja como os do Siamês ou do Abissínio.
Com corpo esguio, mas dotado de boa musculatura, o Bobtail Japonês é um gato elegante. As suas pernas são compridas e esguias, sendo que as traseiras mais compridas do que as dianteiras. Possui pêlos de comprimento médio, macios como seda, mas resistentes. A cauda possui no máximo 8 ou 10 cm de comprimento. Esta, mantida em posição curva, parece inexistente, como nos coelhos.Os primeiros gatos domésticos que chegaram ao Japão vieram da China e provavelmente da Korea há no mínimo 1.000 anos atrás.
Somente em 1968 o Bobtail chegou aos EUA importados do Japão. Todos os exemplares da raça, no mundo, descendem de ancestrais nascidos no próprio Japão.
Eles podem apresentar pêlo curto ou longo.São fortes e saudáveis, os recém-nascidos são maiores do que os de outras raças e costumam se desenvolver mais rapidamente também. Seus filhotes são resistentes à doenças e com baixa taxa de mortalidade.São ativos, inteligentes e "faladores", adoram a companhia humana e gostam de andar no ombro dos donos.
Não se estressam com facilidade, tolerando bem viajens, exposições e se dão bem com outros animais e crianças.Sua cauda pequena é característica da raça, sendo única e individual, como uma impressão digital.Não existem duas caudas iguais.A cauda não deve ter mais do que 3 polegadas e se harmonizar com o resto do corpo.

Raças de gato com a letra A

Abyssinian

origem: Etiópia
esperança de vida: 9 - 15 anos
classificação: Pêlo Curto
peso: 4 para 7 kg
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As origens desta raça tornaram-se difíceis de determinar com a passagem do tempo. A sua semelhança com gatos pintados nos túmulos dos templos de Nubia, no Egipto, leva a crer que o Abissínio descenda dos gatos sagrados do antigo Egipto, do qual a Abissínia (antiga Etiópia) é bem próxima. A Inglaterra é considerada o berço da raça, tendo esta resultado do cruzamento entre exemplares trazidos inicialmente da Etiópia em 1868 por soldados Britânicos, com outros gatos Ingleses vermelhos, prata e tigrados. Alguns apreciadores da raça sublinham que é provável que os Romanos tenham importado gatos do Egipto para a Bretanha, tendo sido provavelmente ai, que o gene responsável pelo seu "aspecto egípcio" tenha sido introduzido na população felina local. Esta raça foi oficialmente reconhecida em 1882 na Inglaterra.
Cabeça redonda e ligeiramente cuneiforme, testa e crânio suavemente curvos; pescoço arqueado; orelhas grandes e levemente ponteagudas; olhos grandes, amendoados, verdes, cobre ou avelãs; corpo médio e musculoso; cauda grossa na base, comprida e afilada; pernas compridas e esguias. O pêlo é denso, macio, curto e com duas ou três estrias pretas ou castanho-escuras sobre uma cor base castanho-avermelhada.
Curioso e destemido o Abissinio é um caçador nato, sendo por isso um amante da liberdade. È um animal dócil e inteligente, e embora sendo um pouco tímido inicialmente, com o tempo passará a ser muito afectuoso e amigo.
Existem algumas variantes como o ruddy (ocre e preto), sorrel (mistura de vermelho e cor de laranja intenso) e o azul, contudo estas ainda se encontram em fase de aprovação.
Escovar o pelo quinzenalmente com escova de cerdas macias, contra e a favor deste. Se for necessário cortar as unhas, faça-o só nas das patas dianteiras (as de trás gastam naturalmente).
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American Wirehair

origem: Estados Unidos da América
data de origem: 1966
evolução da raça: American Shorthair
peso: 4 para 7 kg
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Em 1966 numa quinta em Verona, no Estado de Nova Iorque, o American Wirehair apareceu pela primeira vez numa ninhada de American Shorthairs. A sua pelagem, dura e frisada, resultou de uma mutação espontânea num gene dominante. O primeiro gatinho macho com este tipo de pêlos duros chamava-se Adam e era ruivo e branco. A criadora Joan O'Shea desenvolveu um programa de selecção, onde os cruzamentos com American Shorthair conseguiram evitar uma consanguinidade excessiva e desenvolveram a raça. O American Wirehair foi oficialmente reconhecido em 1978 nos Estados Unidos. Os primeiros espécimes surgiram em França em 1972. Este gato, pouco divulgado nos Estados Unidos, é muito raro na Europa.
Gato sólido, vigoroso, muito ativo, ágil e brincalhão. Necessita de exercício. Sociável, terno e afectuoso, apresenta um carácter tão excepcional como o american shorthair. Fácil manutenção. Deve ser escovado e penteado semanalmente.
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Azul Russo

origem: Rússia
data de origem: Antes do século XVIII
peso: 3 para 5 kg
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O Azul Russo desenvolveu-se no Norte da Rússia em regiões de temperaturas negativas. Pensa-se que chegou à Europa através do comércio realizado a partir do porto de Arcangel, a maior cidade do norte da Rússia, em meados do século XIX. O primeiro registo escrito da raça data de 1875, numa exposição no Crystal Palace, em Inglaterra, onde é apelidado de Gato Arcangel em Inglaterra. Nesta altura, o Azul Russo apresentava olhos laranja, ao contrário do tipo moderno.Com a revolução comunista na Rússia, em 1917, o Azul Russo passou a ser conhecido como Foreign Blue, ou seja Azul Estrangeiro. A designação manteve-se até meados do século XX. Nesta altura, o Azul Russo encontrava-se perto da extinção e um programa de revitalização da raça foi posto em marcha na Inglaterra, utilizando gatos Siameses (Blue Pointed). A raça foi recuperada, mas o programa fez com que alguns Azuis Russos nascessem com o padrão Siamês. Hoje em dia, qualquer característica do Siamês é considerada inaceitável. Nas décadas seguintes vários exemplares foram importados da Escandinávia e muitos criadores Russos emigraram para os EUA. A raça tornou-se bastante popular, tanto como gato de estimação, como gato de exposição.
O Azul Russo é um gato elegante de médio porte. As orelhas são grandes e algo pontiagudas. Os olhos são grandes, verde esmeralda e de forma amendoada. O nariz é azul acizentado e as almofadas são de uma lavanda escuro. O corpo é longo com um porte digno e gracioso. A cauda é longa, afunilando no ponta. De ar nobre e harmonioso, o Azul Russo deve o seu nome ao manto azul que lhe cobre o corpo.
O Azul Russo é procurado como gato de companhia pelo seu temperamento tranquilo, tímido e discreto. São brincalhões mas reservados com estranhos. São boas companhias para crianças e adaptam-se ao convívio com cães.São uma boa escolha para donos ocupados, pois são capazes de se entreterem sozinhos, com os seus brinquedos.
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American Curl

origem: EUA
classificação: Pêlo Curto/Pêlo Longo
peso: 3 para 5 kg
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Tudo começou quando uma fêmea chegou à casa de Joe e Grace Ruga, na Califórnia, em Junho de 1981. Era um animal preto, de pêlo longo e orelhas curvadas. O facto intrigou Joe e Grace, que só perceberam estar perante uma nova raça quando a gata teve a sua primeira cria.
Em Dezembro do mesmo ano, a gata, que recebeu o nome de Shulamith, teve quatro filhotes, sendo dois deles com a orelhas curvadas. Depois do caso ser estudado por especialistas em genética, descobriu-se que o fenómeno era um traço genético determinado por um gene dominante e totalmente inédito, isto é, não havia, até aquele momento nenhuma raça com aquelas características. Depois dos estudos feitos com as crias obtidas, descobriu-se que quando cruzamos animais com as orelhas onduladas e animais normais, temos 50% de chances de obtermos crias normais, enquanto que no cruzamento de ambos os animais com orelhas curvadas, temos 100% de animais com o fenómeno.
As crias do Curl Americano nascem sempre com as orelhas normais, mas após cerca de quatro a dez dias, as orelhas começam a curvar-se, sendo que o seu grau de ondulação vai variar até aos quatro meses, altura em que a orelha toma forma definitiva. O Curl Americano foi aceite oficialmente na CFA (Cat´s Fanciers Association) em 1986 e para competições oficiais apenas em 1993. Foi a primeira raça com dois comprimentos de pêlo diferentes a ser admitida nas categorias de competição. Apesar de ser uma raça americana, actualmente já existem exemplares do Curl Americano em todo o mundo.
É um animal que tem a curiosidade como característica dominante, o que se reflecte na constante companhia aos seus donos durante afazeres domésticos, por exemplo. São gatos que se adaptam facilmente a qualquer ambiente, ou a mudança deste, tendo boa convivência com outros animais. A sua elegância, beleza e as charmosas orelhas curvadas chamam a atenção de qualquer pessoa mais distraída à sua presença. Uma história contada por aficcionados da raça, diz que a diferença entre um Scottish Fold e um Curl Americano, é que enquanto os primeiros ficariam sentados no sofá enquanto seus donos preparam o jantar, os segundos ajudam-no a fazê-lo!
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Americano de Pêlo Curto

origem: EUA
esperança de vida: 15 a 20 anos
classificação: Pêlo curto
peso: 3 para 7 kg
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Esta raça é descendente dos gatos domésticos que chegaram à América com os primeiros colonos. Desenvolveu-se no ambiente local, adaptando-se ao clima e paisagens do continente Americano e ajudando a manter sob controle a população de ratos, existente nas casas, celeiros e armazéns. No principio do século XX, iniciou-se a criação selectiva para preservar as suas melhores características.
O seu passado de colonizador reflecte-se no temperamento actual, ávido por exercício e de um espaço onde possa correr e brincar para não se aborrecer. Apesar deste espírito aventureiro, adapta-se à vida caseira, sendo afectuoso, bastante inteligente e o que nos chama atenção é o carinho que eles têm pelos donos.
Gato muito atlético, com corpo forte e musculoso, pode chegar a pesar até 6 kg; cabeça ovalada com orelhas de tamanho médio e pontas arredondadas; olhos grandes e largos, bem separados, com ligeira inclinação para cima, devendo a cor coincidir com a Pêlo; cauda de tamanho médio com ponta arredondada; pernas de comprimento médio bastante musculadas.
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Angorá Turco

origem: Sul da Russia
Esperança de vida: 15 a 20 anos
Classificação: Pêlo longo
Peso: 2,5 para 5 kg
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Foi um dos primeiros gatos de pêlo longo a "desembarcar" em solo Europeu. Pensa-se que o Angorá tenha surgido na França e Inglaterra no século XVI, oferecido por sultões turcos aos nobres de ambos os países. Após um período difícil no século XIX, em que a raça chegou a estar em perigo de desaparecer, o jardim zoológico de Ancara interviu e salvou o Angorá do desaparecimento.
Alguns especialistas acreditam que o Angorá descende da raça Persa. Os Angorás foram as primeiras raças introduzidas na Europa no séc. XVI. Foram importados da cidade turca de Angorá, atualmente chamada de Ancara.
Os criadores de gato estão desfrutando o ressurgimento desta raça que se pensou estar extinta. Muitas pessoas usaram o termo Angorá para descrever qualquer gato de pêlo longo. Porém, o único gato de pedigree que leva o nome "Angorá" é o Angorá Turco. O Angorá Turco é uma raça pura, provavelmente originário do gato de Manul domesticado pelos tártaros. Eles migraram eventualmente para a Turquia, onde são adorados como um dos tesouros nacionais.
O Angorá turco é acima de tudo um gato elegante. Seu pêlo semilongo e sedoso, geralmente branco, é uma marca registrada desta raça milenar. Apesar do gato branco com olhos azuis ou ímpares serem mais comuns e apreciados há de se ressaltar que este maravilhoso animal pode ter as mais diversas cores: preto, azul, tricolor ou escama de tartaruga. Na verdade só não é permitida a marcação ponteada, ou seja, a marcação característica do gato siamês. O pêlo do Angorá só estará completo em seu segundo aniversário e deve-se levar em conta que ele muda no verão tornando-se mais curto.
Os gatos desta raça são muito inteligentes e apegados ao dono. Não é raro um angorá turco seguir seu dono por toda a casa como um cachorrinho e conseguir tudo aquilo que deseja através de um ronronar particularmente carinhoso. São mesmo capazes de aprenderem truques tal é a inteligência destes gatos. São também gatos muito brincalhões, carinhosos e curiosos. Por fim, vale ressaltar que estes gatos se dão bem com cães e com crianças, salvo se estas últimas ainda forem bebês.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Consultas ao veterinário e vacinas

Escolher um veterinário para o seu gato é como escolher um médico para você. Você quer alguém com uma boa conduta profissional em quem possa confiar e que lhe seja simpático. Se você tiver necessidades especiais, você também quer um médico que entenda e se lembre dessas necessidades.
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Escolher um veterinário
Se esta é a primeira vez que você tem um gato, mudou-se recentemente para uma nova região ou precisa encontrar um novo veterinário, pode tentar as "Clínicas veterinárias" nas páginas amarelas. Todos os veterinários freqüentam a faculdade durante o mesmo número de anos que os médicos e têm que cumprir rígidos padrões para o licenciamento. Por isso, é provável que você encontre um profissional competente dessa maneira. Mas o relacionamento entre você, o seu animal de estimação e o veterinário vai durar muitos anos, e se você se preocupou em encontrar o gato certo, faz sentido procurar o veterinário certo. Essa pode ser a vantagem que os moradores das regiões urbanas têm sobre aqueles que moram na zona rural. Uma cidade pequena talvez tenha só um veterinário, ao passo que uma cidade grande tem dezenas a pequena distância um do outro.


Além das páginas amarelas, eis algumas outras referências para encontrar um bom veterinário:
Pegue indicações de outros "donos de gatos". Amigos, familiares e vizinhos que têm gatos também costumam ter veterinários. Tire vantagem da experiência deles e peça-lhes indicações de profissionais.

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Investigue antes de tomar uma decisão
Depois de conseguir informações sobre um veterinário, telefone, apresente-se e veja quando você pode lhe fazer uma visita para ver as instalações da clínica e conhecer os médicos. Faça uma visita rápida, mas completa. Seja minucioso, mas não fique decepcionado se o veterinário e o pessoal da clínica não puderem passar muito tempo com você - eles administram um hospital e têm que cuidar dos pacientes. Se você tem muitas perguntas a fazer e precisa da atenção total do veterinário, a coisa mais educada a fazer é marcar uma consulta - e pagar por ela.
Se você vai à clínica para conhecer o local e o veterinário, eis alguns itens a serem considerados:
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  • Antes de falar com o veterinário, determine o que você quer e necessita em um veterinário e no hospital veterinário. Se essas necessidades e desejos englobam preços razoáveis, os equipamentos e técnicas médicas mais recentes, ou a conduta do veterinário, definir as suas prioridades com antecedência ajudará a criar um relacionamento melhor entre veterinário e cliente.
  • Pergunte o horário de funcionamento da clínica, a disponibilidade de atendimento fora do horário de funcionamento e a existência ou não de atendimento emergencial 24 horas.
  • Informe-se sobre os tipos de serviços oferecidos, desde exames clínicos de rotina até cirurgias e acomodações para internação, além de verificar os valores cobrados pelo hospital para cada serviço.
  • Veja se você se sente à vontade com o pessoal que trabalha na clínica também. Funcionários agradáveis e atenciosos lhe dão a certeza de que o seu animal de estimação terá o melhor tratamento possível.

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Visite o veterinário
Os gatos vivem, em média, 12 a 15 anos, mas hoje é comum que cheguem a viver mais de 20. No entanto, isso não costuma acontecer sem consultas regulares ao veterinário.
Ser dono de um animal de estimação engloba alguns desafios no que diz respeito a mantê-lo saudável. O mais importante é que o seu gato não fala. Ele não pode lhe dizer quando não está se sentindo bem, se tem opressão no peito, sente ferroadas na caixa de areia ou está com a visão embaçada. Visto que todos esses sinais são importantes alertas precoces de problemas mais graves, seria bom se houvesse um modo de detectá-los.
Embora o veterinário não possa fazer o seu gato falar, ele pode perceber muitos desses alertas precoces de outro modo - alertas que podem detectar problemas antes que eles se compliquem. Mas isso só acontece se você levar o gato para exames regulares.
À medida que os gatos envelhecem, é provável que o veterinário terá mais trabalho durante os exames de rotina. Por exemplo, será preciso colher amostras de sangue (e provavelmente de urina e de fezes, também) para verificar a saúde dos órgãos internos. Além disso, o veterinário pode nos manter informados sobre as necessidades nutricionais mutáveis do gato agora mais velho e cuidar de coisas como a placa bacteriana, a perda de dentes e a doença gengival. =..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..=..
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Vacinas para gatos
O que são exatamente vacinas e como elas ajudam a manter os gatos saudáveis? Eis como funciona a maioria das vacinas. Pesquisadores descobrem o germe que causa a doença - por exemplo, o vírus que causa a cinomose de felinos. Depois, eles produzem uma versão inofensiva e não contagiosa do vírus. Essa forma do vírus é usada para vacinar gatos saudáveis. A vacina leva o sistema imune do gato que combate doenças a atacar e destruir o vírus. Essa exposição "prepara" o sistema imune para que, se o mesmo vírus aparecer novamente - mesmo a versão contagiosa e perigosa - ele seja destruído antes que possa causar doenças.
As vacinas protegem o gato de doenças comuns, sobretudo causadas por vírus. Quando um vírus invade o organismo de um animal, nenhum remédio pode matá-lo. Podemos dar ao gato com um vírus coisas como antibióticos e eles não vão curar a doença (ainda que os antibióticos ajudem a tratar ou controlar infecções que poderiam começar em conseqüência do gato estar doente com o vírus). As doenças virais têm que seguir seu curso, depois do qual a vítima quase sempre fica imunizada pelo resto da vida. As vacinas (geralmente com doses de reforço regulares) dão ao gato os benefícios de ficar imunizado sem sofrer a doença.
As vacinas não podem curar as doenças causadas por vírus. Voltando a falar de cinomose dos felinos, se o gato já contraiu essa doença, a vacina não poderá detê-la. Além disso, as vacinas não são capazes de prevenir todas as doenças virais o tempo todo. Nenhuma vacina é 100% eficaz; por isso, de vez em quando o gato que toma todas as vacinas fica doente com alguma coisa contra a qual ele supostamente deveria estar protegido. Algumas doenças, como o FIV, são causadas por vírus que destroem o sistema imune quando entram no organismo do gato pela primeira vez. Nesses casos, a vacina não consegue atuar porque suas ferramentas (o sistema de combate às doenças presente no organismo do gato) foram eliminadas.
Vacine o seu gato com o veterinário ou em um hospital veterinário. No mínimo, os gatos devem estar em dia com a vacina contra a raiva e o combinado de vacinas contra a cianose dos felinos. Essa vacina costuma dar proteção contra a cianose dos felinos (panleucopenia) e doenças comuns das vias respiratórias superiores que causam sintomas semelhantes aos do resfriado ou da gripe no gato (rinotraqueíte viral felina, calicivírus e clamídia). As vacinas podem ser uma injeção subcutânea, intramuscular ou na forma de aerossol aplicada diretamente nas narinas do gato.
Em geral, qualquer gato vacinado pela primeira vez precisa de uma série de vacinas, com espaçamento de algumas semanas. Para os filhotes, essas vacinas começam com sete ou oito semanas de vida e continuam até eles completarem quatro meses. As vacinas contra a raiva são dadas como uma dose administrada inicialmente ao filhote com mais de três meses de idade e aos adultos de qualquer idade. A American Association of Feline Practitioners recomenda que doses de reforço subseqüentes para muitas doenças (dependendo do tipo de vacina usada) sejam dadas um ano depois da série inicial e, depois, a cada três anos. Verifique com o veterinário as recomendações para o esquema de vacinas do seu gato.
Vacinas para outras doenças felinas existem desde meados da década de 80, sobretudo a vacina para o vírus da leucemia felina (FeLV). FeLV (ou FeLeuk, como ela é às vezes conhecida) ataca os glóbulos brancos do gato e pode produzir um tipo de câncer. As pesquisas mostram que a maioria dos gatos exposta ao FeLV não ficam doentes, mas mesmo gatos infectados que parecem saudáveis ainda podem transmitir o vírus a outros gatos. Contudo, depois que o gato adoece com o FeLV, as chances de recuperação são pequenas.
O FeLV é um vírus estranho - ele não sobrevive muito tempo fora do organismo do gato, a menos que permaneça um pouco úmido. Assim, a maneira mais comum de transmissão do FeLV é o contato prolongado entre um gato saudável e outro, infectado - coisas como os cuidados mútuos com o pêlo, compartilhamento de água, comida ou caixas de areia. Isso também significa que a vacina contra o FeLV talvez não seja necessária para o gato que nunca se expôs aos gatos infectados pelo FeLV. Um simples exame de sangue pode determinar se o gato (ou qualquer gato novo que você está pensando em levar para casa) está infectado. Em caso negativo, manter os seus gatos não infectados por FeLV dentro de casa e longe de gatos infectados pelo vírus é provavelmente toda a proteção de que eles necessitam (gatos soltos ou gatos presos e soltos são outra história). Se o seu gato for positivo para FeLV, a vacina também não ajudará. As vacinas não matam o vírus, elas apenas protegem os gatos não infectados de se contaminarem.
O vírus da imunodeficiência felina (FIV) e a peritonite infecciosa felina (FIP) também são doenças felinas fatais causadas por vírus. Há testes laboratoriais para detectá-las, mas o teste usado atualmente para FIP pode dar resultados inconclusivos. Existem vacinas para FIV e FIP, mas ainda não se sabe sua eficácia na prevenção da transmissão da doença. O seu veterinário pode ajudá-lo a saber se o seu gato corre o risco de contrair essas doenças e se os benefícios potenciais de cada vacina superam os riscos.

fonte:http://casa.hsw.uol.com.br/como-cuidar-de-gatos9.htm

Brinquedos para gatos

É como algo saído de um quadro de Norman Rockwell: um gatinho peludo brincando com um novelo de lã. Aparentemente, o velho Norman nunca teve que sair correndo com o gato para levá-lo ao veterinário fazer uma cirurgia de emergência e retirar vários centímetros de lã emaranhada no trato digestivo do pobre animal. Lã e barbante podem deixar até mesmo os gatos mais desinteressados brincalhões e com os olhos brilhantes, mas nunca devem ser deixados em lugares onde gatos adultos ou filhotes possam pegá-los sozinhos. Além dos perigos de asfixia e obstrução intestinal, o gato que fica emaranhado com barbante ou lã - mesmo durante brincadeiras supervisionadas - pode entrar em pânico e se machucar, até fatalmente. Tome muito cuidado e mantenha linha de costura e fio dental longe do alcance do bichano; eles são muito mais finos e podem se prender nos tecidos da boca, estômago e intestinos do gato.

Os gatos transformam em brinquedo qualquer coisa brilhante, amassada ou pequena o suficiente para rebater pelo chão. Visto que o bichano não tem mãos, ele tem que apanhar esses brinquedos improvisados com a boca, e assim fica fácil engoli-los (ou se eles não forem fáceis de engolir, acabam causando asfixia). Na melhor das hipóteses, um corpo estranho no sistema digestivo do gato pode desencadear vômito ou diarréia, mas costuma ser muito pior do que isso. Mantenha objetos como clips de papel, alumínio e borrachinhas em local seguro.
Invólucros de celofane para doces e balas são muito perigosos. Os gatos não resistem à textura do celofane. Os invólucros podem derreter no estômago do gato, cobrindo o revestimento e impedindo a absorção de nutrientes.
Como é um brinquedo seguro para os gatos? Eis o que devemos observar:
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Um objeto resistente - se o objeto não se quebra quando arremessado, jogado, roído, arranhado, atirado, chutado, lambido e agarrado várias vezes, ele é um bom brinquedo para o bichano. Brinquedos recheados com erva-de-gato incentivam a brincadeira, mas a maioria dos gatos gosta de comer a erva e tentará lamber e mastigar o objeto até alcançar a erva. Esses brinquedos, feitos com tecido leve ou feltro, provavelmente acabam despedaçados - e os pedaços no estômago do gato - dentro de uma semana. A mesma coisa acontece com brinquedos de plástico ou de vinil que podem ser mastigados, quebrados ou desmontados.
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Sem peças móveis ou removíveis - camundongos recheados com erva-de-gato e com cauda de lã, lagartas com olhos salientes, enormes "abelhas" de plush com detalhes em feltro colado e bolas de malha plástica contendo sininhos sedutores são quatro dos brinquedos mais conhecidos para gatos. Mas todos têm um problema em comum: peças pequenas e potencialmente perigosas que podem se soltar. Se você consegue puxar uma parte ou um enfeite de um brinquedo de gato, é bem provável que o gato também consiga. Na verdade, experimente fazê-lo em todos os brinquedos do seu gato - é melhor alguns camundongos de erva-de-gato sem cauda do que uma visita urgente à clínica veterinária para tirar a cauda do estômago do gato.
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Algo divertido - um brinquedo não é um brinquedo se o seu gato não brincar com ele. Os donos de gatos costumam ficar decepcionados - e quase sempre irritados - ao constatarem que os brinquedos de mais de R$ 200 que eles compram para o bichano são menos interessantes do que um pedaço de papel amassado ou uma simples bola de pingue-pongue. Os gatos gostam de jogos que envolvem o que eles fazem melhor: escalar, correr, saltar, espreitar e atacar. Escolha brinquedos que incentivem esses comportamentos e o seu gato provavelmente vai usá-los. É essa a atração da bola de pingue-pongue - ela rola, salta e desliza quando o gato a ataca, incentivando-o a rebatê-la e persegui-la. Os gatos vêem itens móveis melhor do que objetos parados. Por isso, brinquedos que sacodem, pulam ou giram os fascinam e desencadeiam os reflexos de espreitar e caçar.

fonte:http://casa.hsw.uol.com.br/como-cuidar-de-gatos8.htm

Como deixar a sua casa segura para os gatos

Todos nós sabemos da necessidade de mantermos substâncias perigosas longe de crianças, e é importante lembrar que devemos ser ainda mais cuidados com os gatos. Todos conhecem o velho ditado sobre o que a curiosidade fez com o gato. Por serem menores, mais ágeis e terem faro mais sensível do que as crianças, os gatos têm maior probabilidade de investigar e de se envolver com coisas perigosas. Para impedir que a curiosidade do seu gato seja fatal, há alguns perigos domésticos que devem ser evitados.
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Cortinas, venezianas e cabos elétricos - para os olhos do gato, a ponta solta de uma cortina ou cordão de veneziana é um convite à brincadeira - e possivelmente ao desastre. Até mesmo o simples rastejar entre as cortinas ou venezianas e a janela (uma brincadeira preferida dos felinos) pode deixar o bichano em maus lençóis. Gatos que ficam presos em cordões e fios entram em pânico. No mínimo, as venezianas ou o trilho das cortinas cairão ao chão. Na pior das hipóteses, o gato pode asfixiar, sofrer danos internos fatais ou ficar tão excitado que seu coração falha. Para segurança máxima, amarre ou prenda todos os cordões das cortinas, deixando-os longe do alcance dos felinos.
Fios elétricos e telefônicos representam riscos do animal ficar emaranhado, mas costumam ser mais perigosos se o bichano mastigá-los. Talvez seja o sabor ou a textura do revestimento plástico, mas por algum motivo, muitos gatos não resistem à tentação de mordê-los. Não há muito perigo direto em morder fios telefônicos (exceto quando você tenta fazer uma chamada em uma linha que foi danificada pelo gato), porque há pouquíssima corrente passando por eles.
Obviamente, os fios elétricos são um caso à parte. Onde for possível, passe os fios sob tapetes e carpetes ou atrás de móveis que ficam no mesmo plano do piso e da parede. Se for preciso passar um fio onde o gato poderá alcançá-lo, compre canaletas de plástico, encontradas na maioria das lojas de ferragens e de materiais para construção. Para um investimento maior, compre tiras de vinil resistente que, além de proteger os cabos elétricos, também conseguem mantê-los no nível do piso e impedem que animais e pessoas tropecem neles.
De vez em quando, um gato decidido vence todas as barreiras físicas. Revestir os cabos com uma substância de gosto ruim, por exemplo, uma substância amarga, pode resolver o problema. Uma pequena modificação comportamental, usando reforço positivo, também ajuda.
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Fluidos de limpeza, anticongelante e outros tóxicos - não compramos produtos de limpeza apenas para que nossa casa fique limpa; queremos que ela fique desinfetada e cheirosa, também. Infelizmente, alguns dos produtos que compramos para desinfetar e perfumar as áreas ocupadas pelos animais de estimação são perigosos para os gatos.
Desinfetantes à base de pinho e aqueles que contêm fenol (sendo o desinfetante Lysol o mais conhecido deles) são muito tóxicos para gatos e não devem ser usados em tigelas de alimentos ou nas áreas ocupadas pelos animais de estimação, local de dormir ou caixas de areia. Obviamente, qualquer produto de limpeza pode ser tóxico se ingerido. Por isso, mantenha tudo bem trancado em um armário (um simples trinco não manterá à distância um gato curioso).
Etileno glicol é a substância que faz o anticongelante funcionar. O problema é que ela tem gosto e odor agradáveis. Um número significativo de cães e gatos - e até mesmo de crianças - intoxicam-se com o etileno glicol todo inverno, por isso anticongelantes e outros produtos que contêm etileno glicol devem ser considerados perigosos e nunca devem ficar ao alcance de crianças e animais de estimação.
Os gatos soltos correm o risco adicional de passar por pequenas poças de anticongelante, algo tentador para um gato sedento porque essas poças de líquido saboroso não se congelam em dias frios. Você pode proteger o seu gato (e outros gatos soltos e de rua) limpando imediatamente e lavando qualquer quantidade de anticongelante derramada, ou você pode comprar uma das novas marcas não tóxicas do produto que contêm propileno glicol e não etileno glicol. É importante lembrar também que depois que o seu gato sai de casa, não há garantias de que todos os moradores da região tomarão os mesmos cuidados.
Em geral, tudo que for tóxico para nós será tóxico para o gato também. A regra prática é: se você mantém o produto longe do alcance de crianças, mantenha-o longe do alcance do gato.
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Plantas venenosas - o fato do gato comer plantas domésticas não é só desagradável - isso pode ser perigoso ou até mesmo fatal para ele.
Tecnicamente, qualquer planta que causa náusea no gato quando ele a ingere é "venenosa" (contudo, quase todos os gatos comem grama ou plantas como purgante. Por isso, o vômito sozinho pode não ser um sinal confiável de intoxicação). Porém, algumas plantas têm graves efeitos. A lista de plantas potencialmente venenosas inclui: abricó (damasco), azálea, botão-de-ouro, caladium, copo-de-leite, mamona, cereja (galhos, folhas, tronco, frutos e caroços), crisântemo, açafrão, narciso (bulbos), loureiro (frutos), azevinho, hortênsia, lírio (folhas, raiz e partes suculentas), hera, lírio-do-vale (folhas, flores, raiz), erva-de-passarinho (sobretudo os frutos), cogumelos, narciso (bulbos), carvalho (bolotas, brotos novos e folhas), espirradeira, pêssego (caroço), filodendro, hera venenosa, batatas ("olhos" e brotos que deles se originam; a parte comestível da batata é segura), alfena, jequiriti (sementes pretas e vermelhas brilhantes),estrela-de-belém (bulbo), Senecio rowleyanus, Rhus diversiloba e ervilha-de-cheiro (semente e vagem).
Dieffenbachia é uma planta de interiores bastante comum, também denominada "comigo-ninguém-pode". O nome comigo-ninguém-pode é perfeito. A ingestão dessa planta pode paralisar a boca do gato, impossibilitando-o de comer e beber. O nome refere-se ao efeito mais forte dessa paralisia nas pessoas: elas não podem falar.
Poinséttias (flores de Natal) pertencem à família da beladona - flores célebres por suas propriedades fatais. Um estudo feito há alguns anos mostrou que as poinséttias - que há muito eram consideradas tóxicas e perigosas para cães e gatos - não causam mais náusea em gatos do que muitas plantas consideradas não venenosas. Contudo é sempre mais seguro manter os gatos longe de qualquer planta.
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Janelas, sacadas e telas - "síndrome de prédios altos" pode parecer algum tipo de explicação psicológica popular para crimes violentos, mas na verdade descreve uma epidemia que atinge vários gatos todo ano, sobretudo no calor. A "síndrome de prédios altos" é um conjunto de diversas lesões que resultam da queda de uma janela alta.
Curiosamente, há muitas histórias de gatos que sobreviveram depois de caírem de vários andares. Mas há um número muito maior que caiu e não sobreviveu. A parte mais triste é que quase todas essas quedas poderiam ser impedidas.
Toda janela que você pretende abrir precisa ter uma tela. E não basta ser qualquer tela. Uma tela segura para gatos tem que se encaixar perfeitamente na esquadria da janela e permanecer no lugar se receber o impacto de um gato de cinco quilos ou mais. Ao encomendar ou substituir as telas, use um tipo resistente, porque as telas comuns rasgam-se facilmente com as garras ou os dentes de animais. Mesmo uma queda de janelas no segundo ou terceiro andar pode causar lesões graves ou a morte. Por isso, inspecione todas as telas regularmente, sobretudo no final do inverno, em regiões frias do país. As telas podem se deformar, rasgar ou ceder no inverno.
Alguns donos de gatos que moram na cidade acham que deixar o bichano na sacada do apartamento é um modo seguro de ele receber ar fresco e luz do sol. Na verdade, um grande número de gatos com "síndrome de prédios altos" estavam espreitando mariposas, pássaros ou outras coisas irresistíveis em uma sacada, quando um ataque mal cronometrado ou um passo em falso os arremessou sobre a grade de proteção. Nem mesmo uma correia ou corda em uma sacada aberta pode garantir a segurança dos gatos. Um gato em pânico preso pela coleira ou correia pode acabar estrangulado, gravemente ferido ou se soltar e cair.

Dicas para dar banho no gato

Exceto para retirar um nó ou realizar algum procedimento médico, praticamente não há outro motivo para raspar o pêlo do gato. Os gatos precisam de uma camada espessa de pêlos - sua remoção pode desequilibrar sua temperatura corporal e expor a pele geralmente protegida. Cortar o pêlo de um gato de pêlo longo para melhorar a aparência e evitar nós e emaranhados é bom, mas o corte deve ser feito por um profissional especializado.
De modo geral, também não é necessário banhar o gato, visto que eles conseguem se manter limpos. Às vezes, no entanto, um banho é necessário para tratar ou controlar pulgas, limpar um felino aventureiro, tratar um problema dermatológico ou retirar algo perigoso do pêlo do gato. Os escrupulosos, inexperientes e indecisos devem deixar que um veterinário ou outro profissional qualificado cuide desses banhos obrigatórios. Para quem quiser tentar em casa, eis alguns ensinamentos básicos sobre o banho.
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Prepare-se - separe os produtos necessários com antecedência. Você precisa de um bom xampu para animais de estimação (peça ao veterinário que receite xampus medicinais para pulgas ou problemas dermatológicos, não compre qualquer produto na farmácia); uma toalha grande e macia; escova e pente; e um chuveirinho ou um recipiente de plástico para molhar e enxaguar o bichano. É melhor pentear o pêlo do gato antes do banho, se possível, sobretudo se ele tiver pêlos longos. Se você sabe como fazê-lo, é hora de cortar as unhas do gato (observação: você pode proteger os olhos do gato durante o banho com uma pomada oftálmica neutra indicada pelo veterinário).
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Prepare o local do banho para todas as etapas - use uma pia grande com uma torneira móvel ou a banheira. Encha a pia antes de colocar o gato dentro e veja se a água não está quente ou fria demais. Uma temperatura confortável para as mãos funciona bem para o gato. Você vai se molhar, ficar coberto com espuma de sabão e é provável que um gato irritado e ensaboado pule em você. Por isso, vista roupas adequadas, que possam molhar e protegê-lo de arranhões.
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Antes do gato entrar em cena - dar banho em gatos costuma ser um trabalho para duas pessoas - uma para segurar o animal e outra para banhá-lo - mas você pode tentar sozinho. De qualquer modo, treine as técnicas de contenção do animal em terra firme, antes do banho. Com a mão, segure o gato com firmeza, mas cuidadosamente, na nuca, pressionando de leve para baixo. Veja se você consegue alcançar as diversas partes do corpo do gato com a outra mão. Calcule quando e como você terá de mudar de mão para segurar o gato durante o banho. Planeje o banho passo-a-passo antes que o gato entre na pia ou na banheira; caso contrário, ele conseguirá fugir se você hesitar ou ficar confuso.
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Comece a ensaboar o bichano - molhe o gato, da cabeça até o rabo. Aplique o xampu do mesmo modo, faça espuma e enxágüe bem (leia atentamente as instruções no rótulo de xampus medicinais. Alguns precisam de 5 a 15 minutos antes de enxaguar para que façam efeito). É importante enxaguar bem. Os resíduos de sabão podem irritar a pele do gato ou serem engolidos quando o animal lamber o pêlo. O enxágüe também elimina pulgas e outros parasitas imobilizados - mas não mortos - pelo banho.
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Enxugar o gato - delicadamente, esprema o excesso de água do pêlo do bichano, enrole-o em uma toalha grande e macia e enxugue-o. Se o gato deixar, você pode desembaraçar o pêlo, se necessário. Caso contrário, espere até que ele esteja seco e calmo. Se você tiver sorte, o gato pode tolerar o som e a sensação de um secador de cabelo. No entanto, não conte com isso - muitos gatos ficam aterrorizados com o aparelho. Isso não é algo para descobrirmos depois do banho. Veja como o gato reage ao secador de cabelo em um dia que ele não tomar banho. Se ele ficar morto de medo, use só a toalha. Talvez, aos poucos, você consiga que ele se acostume ao som e à sensação do aparelho (sobretudo se você lhe der banhos freqüentes quando ele ainda for filhote) - mas talvez você não tenha tanta sorte.

Como cortar as unhas dos gatos

Você pode investir em um cortador de unhas específico para gatos se quiser, mas cortadores comuns, usados pelas pessoas, também funcionam bem. Sente-se no sofá e segure o gato como se estivesse segurando um bebê para amamentá-lo. De leve, aperte o dedo do gato entre o seu polegar e o indicador, deixando a unha visível. Com cuidado, corte a ponta afiada, mas fique apenas na parte clara, em direção à ponta da unha (você tem que enxergar a parte avermelhada; não corte ali ou você causará desconforto e sangramento). Repita o procedimento em cada dedo.
Nenhum gato gosta de cortar as unhas, mas se você acostumá-lo desde filhote, será mais fácil quando ele for adulto. Além disso, procure brincar de vez em quando com as patas e os dedos do gato; caso contrário, ele sempre saberá que você vai cortar suas unhas assim que segurar sua pata.

Dicas para cuidar do pêlo dos gatos

Você já procurou saber por que alguns gatos estão sempre bonitos e com o pêlo brilhante e outros não? Embora seja verdade que alguns gatos nascem com "pêlo bom", os cuidados com a aparência têm um papel importantíssimo também. Contudo, os gatos são animais meticulosos. Eles costumam cuidar de si mesmos muito bem, sempre lambendo o pêlo para mantê-lo limpo e no lugar certo. Mas qualquer gato pode passar de fofinho a sujinho sem a ajuda dos amigos humanos.
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Gatos de pêlo longo e curto
O pêlo magnífico de um persa campeão é uma verdadeira obra de arte. Mas é melhor você acreditar que foram necessárias muitas horas de cuidados regulares para conseguir essa aparência - e mantê-la assim. Todos sabem que quanto mais pêlo houver para cuidar, mais trabalhoso será. Quanto mais fofo for o pêlo do gato, maior a probabilidade de ele embaraçar. Esses emaranhados espessos de pêlo podem ser doloridos e até ferir a pele do gato se o nó for muito grande. O pêlo embaraçado é constrangedor para o gato também, porque a única maneira de se livrar do problema é raspá-lo. Nada parece mais desconfortável do que um gato com o pêlo raspado.
Não que gatos de pêlo curto não precisem de cuidados regulares, nem que nunca embaraçam - isso acontece sim. A questão é que o pêlo mais curto e mais grosso requer menos manutenção do que o pêlo longo e sedoso. Um gato de pêlo curto atento à própria rotina de cuidados com a aparência pode compensar um dono que seja um pouco preguiçoso quando o assunto é escova e pente. Mas os cuidados regulares com a aparência ainda são essenciais tanto para os de pêlo longo quanto os de pêlo curto. Toda vez que o bichano está ocupado com a rotina de banho contorcionista, ele engole pêlos. Quanto mais pêlo ele tem (e quanto mais o animal cuida de si mesmo), mais pêlo ele engole. O animal não faz digestão dos pêlos e eles podem acumular-se no estômago e nos intestinos do gato e formar bolas de pêlos. Seu efeito colateral menos perigoso, mas mesmo assim desagradável, é o gato expeli-los ao tossir - geralmente em momentos ou em lugares que você preferiria que isso não acontecesse. Uma observação mais séria, contudo, é que a grande quantidade de pêlo engolido pode, na verdade, obstruir os intestinos do gato, sendo necessária uma operação para salvar a vida dele. A questão principal, como dizem por aí, é investir alguns reais em uma escova e pente - e usá-los.
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Preciso de um profissional especializado para cuidar do pêlo do meu gato?
Visto que gatos de pêlo longo precisam de cuidados regulares (sendo a melhor opção os cuidados diários), talvez seja melhor analisar o seu orçamento antes de responder a esta pergunta. Mas mesmo se você tiver condições financeiras para levar o gato de pêlos longos toda semana ao profissional especializado, ainda precisará das ferramentas necessárias em casa - e é bom saber como usá-las. Nunca se sabe quando o gato poderá se envolver com alguma coisa que acabará presa ao pêlo ou quando ele precisará de um retoque entre as visitas ao profissional especializado.
As principais vantagens desse profissional são o treinamento, a aptidão e a experiência. Um bom profissional pode fazer o pêlo do seu gato parecer vistoso com rapidez e eficiência - e trauma mínimo. Pêlos embaraçados e nós podem ser resolvidos em casa, mas se você nunca lidou com isso antes, corre o risco de ferir o gato - uma lesão que provavelmente precisará de cuidados veterinários. Provavelmente, é melhor deixar esses problemas com o pêlo para os profissionais.
Mesmo quem aprende a usar uma escova macia e um pente de metal com destreza e habilidade procura um profissional especializado de vez em quando. Pode ser um nó ou emaranhado, durante um período de queda particularmente intensa de pêlos ou apenas o tratamento todo para que o bichano fique com boa aparência.
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Ferramentas e dicas para cuidar da aparência dos gatos em casa
Todo dono de gato precisa de alguns itens para cuidar da aparência do animal. Um pente de metal é a ferramenta mais essencial para cuidar do pêlo dos gatos. Pentes resistentes de aço inoxidável com dentes largos e redondos são fáceis de encontrar e têm preço razoável. Uma escova adequada tem cerdas semelhantes a dezenas de minúsculos pregos dobrados. Elas se parecem com as asperezas na língua do gato e têm o mesmo objetivo no cuidado com o pêlo. A maioria dos gatos gosta da sensação da escova e do pente de metal - a menos, é claro, que haja pêlos embaraçados.
Você talvez queira também investir em um pente para tirar pulgas, sobretudo se o seu gato costuma ir às ruas, se você vive em uma cidade com clima propício às pulgas o ano todo ou tem outros animais de estimação que saem de casa. Esses pentes são parecidos aos de metal, mas têm dentes finíssimos e bem próximos um do outro. Eles podem ser usados para os cuidados regulares com o pêlo, como "retoque" depois da escova ou do pente de metal. Há luvas especiais que você pode usar, que cobrem toda a mão e lhe permitem trabalhar em uma superfície maior enquanto cuida do bichano.
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Eis algumas dicas para cuidar da aparência do gato em casa:
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Transforme o momento em pura diversão - a maioria dos gatos adora ser acariciada e gosta da sensação de cuidados leves com o pêlo. É um ótimo comportamento social - gatos que se dão bem uns com os outros ficam cuidando do pêlo alheio por longos períodos de tempo. Quando for hora de cuidar da aparência do bichano, aproxime-se dele calmamente, e intercale as escovadelas no pêlo com carinhos regulares.
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Use de contenção - é bom limitar os movimentos do gato (com cuidado) desde que ele não comece a entrar em pânico, mas lembre-se de se proteger também. Não tente forçar o gato a sentar-se imóvel ou ficar em posição desconfortável por muito tempo. E tome cuidado para não exagerar na intensidade das escovadelas. Pense que você não gosta que puxem seu cabelo, então imagine a sensação de puxarem seu cabelo em todo o corpo.
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Saiba quando parar - talvez não seja possível cuidar do pêlo todo do gato em apenas uma sessão. Isso é normal. Se você cuidar do dorso e da cauda e, depois, ele começar a se irritar, desista e tente terminar um ou dois dias depois. É melhor ter meia dúzia de sessões de cinco minutos na semana e um gato contente do que uma batalha de 25 minutos e um gato que corre e se esconde ao ver a escova.
Procure ajuda profissional - se o pêlo do gato estiver embaraçado ou com nós - ou se alguma coisa desagradável prendeu-se ao pêlo - entre em contato com o veterinário ou outro profissional especializado. Se o gato não cooperar com os cuidados feitos em casa, marque um horário com um profissional. Aproveite a visita, peça algumas dicas e uma demonstração de técnicas básicas. Esses profissionais gostam de ensinar aos clientes; não há nada mais irritante para eles do que ter de raspar o pêlo do animal constantemente ou lidar com nós e pêlo embaraçado. O gato sofre e há maior probabilidade de o profissional sofrer arranhões ou mordidas.

Alimentos industrializados e alimentos caseiros para gatos

A melhor coisa a respeito de uma refeição caseira é que você decide o que ela contém. Se você é do tipo que gosta de carne e batatas, então costuma preparar um belo filé minhon acompanhado por uma safra de bons vinhos tintos. Por outro lado, se você prefere saladas, poderá apanhar o jantar fresquinho na horta. Está tentado reduzir o sal e o colesterol? Quando você cozinha, a decisão é sua.
Porém, a menos que você seja nutricionista, cabe aos especialistas - os grandes fabricantes de alimentos para animais de estimação - preparar a principal porção da dieta do seu bichano. É complicado saber as quantidades certas e balancear os alimentos. A maioria dos alimentos pode ser agrupada em uma ou mais de três categorias de nutrição: proteínas, gorduras e carboidratos. Vários animais (entre os quais o homem) precisam de porções distintas de proteínas, gorduras e carboidratos na dieta (essa é outra razão pela qual alimentos para cães não são bons para gatos - cães e gatos precisam de porcentagens diferentes de gorduras e proteínas para manterem a saúde). Além disso, essas necessidades mudam no decorrer da vida do animal. O filhote tem necessidades nutricionais distintas do gato adulto, e ambos têm necessidades distintas de um gato velho. A maioria dos fabricantes de alimentos para animais de estimação têm fórmulas especiais para os vários níveis de atividade e faixas etárias e há uma linha completa de dietas de prescrição para gatos com diversos problemas de saúde.
Todos nós já vimos um gato vir correndo ao som de um abridor de lata - não há dúvida de que o bichano adora comida enlatada. Mas será que os alimentos enlatados para gatos são melhores do que alimentos secos? Não necessariamente. Cada tipo de alimento tem vantagens e desvantagens. O fator mais importante é se o alimento atende às necessidades nutricionais de seu gato. Obviamente, o seu orçamento e a preferência do bichano também influenciam no tipo de alimento escolhido. Os alimentos industrializados para gatos apresentam-se em três formas gerais:
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  • Alimentos secos para gatos são também denominados "ração" - é exatamente o que o nome indica: bolinhas ou grãos crocantes de alimentos. Alimentos secos para animais de estimação podem ser armazenados por muito tempo (em uma lata à prova de roedores, se você tiver problemas com camundongos em casa), não têm cheiro e os pacotes podem ser mantidos à temperatura ambiente durante várias semanas sem estragar.

  • Alimentos enlatados ou "úmidos" para gatos têm uma vida de prateleira razoavelmente longa se a embalagem não for violada - contudo, depois de aberta a lata, o alimento não dura muito tempo. Alimentos úmidos para gatos têm um odor pungente e costumam ser difíceis de manusear. Se você dá esse tipo de alimento ao seu gato, o que sobrar deve ser jogado no lixo depois de 15 a 20 minutos - é um meio de cultura para bactérias que podem deixar o gato doente. Sobras de latas recém-abertas podem ser refrigeradas em recipientes hermeticamente fechados durante um ou dois dias, no máximo.

  • Alimentos semi-úmidos para gatos também consistem em grãos, mas não são crocantes como os alimentos secos - eles costumam ser embalados em latas ou em sacos de alumínio com capacidade para uma refeição e são altamente industrializados. Alguns desses alimentos têm formas interessantes e cores distintas. Esses alimentos embalados em recipientes que podem ser fechados novamente costumam manter a qualidade à temperatura ambiente.

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Cada um desses tipos de alimentos têm seus pontos fortes e fracos. Por exemplo, alimentos secos são convenientes, econômicos e mantêm a qualidade o dia todo. Por outro lado, o modo como alguns dele são formulados encoraja a formação de cálculos na bexiga. Os ricos aromas dos alimentos enlatados tentam até mesmo o gato mais exigente, mas a ração crocante ajuda a prevenir a formação da placa bacteriana nos dentes. Os semi-úmidos combinam a praticidade dos secos com o paladar dos enlatados, mas podem conter grande teor de corantes e substâncias artificiais.
Todos os alimentos de marca para gatos cobrem as necessidades nutricionais básicas do animal médio. Mas se você estiver preocupado com a qualidade geral das caixas, sacos e latas de alimentos para gatos na seção de produtos para animais de estimação no supermercado de sua cidade, talvez você queira optar por um dos alimentos de marca especial, geralmente encontrados em lojas de animais de estimação ou em clínicas veterinárias.
Dar ao gato alimentos industrializados garante o consumo dos nutrientes necessários. Ao mesmo tempo, um complemento feito em casa para a dieta regular do gato é positivo se você escolher alimentos adequados para o animal. Não há nada errado em querer tirar o máximo proveito de um frango e cozinhar a moela para o gato, a menos que isso se torne a parte principal da dieta do bichano. Os miúdos (rins, moela e até mesmo fígado) são bons para o gato se consumidos com moderação, mas estão vinculados a problemas de saúde se o animal consumi-los em grande quantidade. Do mesmo modo, todo gato na face da Terra adora leite e queijo, mas a maioria tem dificuldade em digeri-los.

Fonte:http://casa.hsw.uol.com.br/como-cuidar-de-gatos4.htm

Dicas para alimentar gatos

"Você é o que você come" faz parte do senso comum e é tão verdadeiro para o seu gato quanto para você. Dê ao seu gato uma alimentação de qualidade e você provavelmente terá um gato saudável.
O setor de alimentos para animais de estimação é um grande negócio - e com razão. Há mais de 100 milhões de cães e gatos vivendo em lares americanos, e mais outro número que só Deus sabe em abrigos e canis em todo o país. Além do mais, há milhares de pessoas que alimentam cães e gatos de rua. Se imaginarmos que um só gato pode consumir 45 Kg ou mais de ração em um ano, estamos falando de centenas de milhões de dólares gastos anualmente, apenas para alimentar o animalzinho.
A exemplo dos alimentos humanos, há algumas guloseimas felinas que são boas para os gatos e outras coisas que não passam de alimentos calóricos, sem valor nutritivo. Um item da lista dos alimentos não muito saudáveis consumido de vez em quando não causa nenhum dano permanente, mas não permita que isso se torne parte da alimentação regular do animal.


2006 Publications International, Ltd.

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Os gatos podem ser vegetarianos?

Os ancestrais selvagens do gato doméstico moderno eram predadores - um instinto que o seu gato ainda tem. Se o Mimi lhe traz presentes como camundongos ou pássaros mortos ou se ele brinca com um pedaço de gaze, ele está expressando um impulso natural e forte de perseguir e matar a presa. Se você duvida que o seu gato é um carnívoro (e predador) nato, basta dar uma boa olhada nos dentes do bichinho na próxima vez que ele bocejar. As presas não são para comer brotos de alfafa.

A verdade é que o gato é carnívoro, ele não sobrevive como vegetariano. Há certos nutrientes encontrados apenas em proteínas animais e o seu gato precisa delas. Um desses nutrientes é um aminoácido chamado taurina. Sem taurina, os gatos ficam cegos e acabam com o coração aumentado, que provavelmente os matará antes da hora. E, ao contrário dos cães, os gatos precisam de uma fonte diária de vitamina A e um ácido graxo chamado ácido araquidônico, encontrado apenas em tecido animal. É por isso que nunca devemos dar aos gatos ração para cães. A ração para cães não tem a quantidade suficiente dos nutrientes certos para gatos. Por quilo, pode ser menos oneroso dar ração de cães aos gatos, mas isso custaria a saúde do animal, a visão ou, até mesmo, a vida.

Obviamente, isso não significa que você deve dar ao seu gato carne crua ou deixá-lo dependente da caça como única fonte de alimento. Há centenas de anos os gatos deixaram de viver na selva; por isso, suas habilidades de caçador estão bem enferrujadas. Além disso, gatos que caçam ou comem carne crua ou mal cozida podem contrair várias doenças - até mesmo algumas que podem ser transmitidas ao homem.

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Comer as margaridas

Se for verde e nascer da terra, é bem provável que os gatos tentarão comê-la. Essa distorção vegetariana na personalidade carnívora do gato é preocupante se as plantas em questão forem plantas de estimação - ou, ainda pior, se elas forem venenosas para o gato.

Muitos donos de gatos consideram o fato deles ingerirem plantas como um problema de comportamento - e será se o animal ingerir plantas que não queremos. Algumas pessoas acham que o gato que ingere plantas não está consumindo os tipos certos de alimentos. Elas têm razão - mas apenas no sentido de que o que o gato mais precisa em sua alimentação é de...plantas.

Os especialistas têm alguns comentários a fazer sobre o motivo dos gatos comerem plantas. Pode ser para obter alguns nutrientes essenciais, para ajudar a digestão ou como emético para expelir pela boca pêlos ou outros itens não alimentícios ingeridos pelo animal. Não importa o motivo, ingerir vegetação é um comportamento instintivo em gatos; não é possível impedi-lo. Por isso, a melhor coisa a fazer é aprender a conviver com esse comportamento.
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Plante um "jardim felino" - podemos encontrar kits semiprontos em pet shops e catálogos, mas uma opção mais econômica é fazermos tudo sozinhos. Se você for habilidoso, poderá construir um recipiente bonito com madeira ou usar algum outro disponível. Não importa o que você faça, plante o jardim do gato em um recipiente que não vire nem se mova com facilidade. Tudo que você precisa é apenas quatro ou cinco polegadas de terra vegetal e algumas sementes. Boas opções são grama ou Nepeta cataria (popularmente conhecida como erva-de-gato ou maconha de gato). Talvez seja bom deixar o jardim longe dos gatos enquanto a "plantação" estiver crescendo, mas assim que os brotos alcançarem alguns centímetros de altura, deixe que os bichanos comam as plantas à vontade.
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Deixe as suas plantas decorativas longe do alcance dos gatos - os gatos têm habilidade incrível para escalar e saltar. Por isso, colocar as plantas em prateleiras ou suportes provavelmente não resolverá muito. Consolos de lareiras e parapeitos de janelas são locais fáceis para acrobatas felinos aterrissarem. Dependure plantas no teto, coloque-as atrás de barreiras à prova de gatos (em um jardim de inverno fechado com portas de vidro, por exemplo) ou em localizações que o gato não possa alcançar mesmo se saltar, escalar ou rastejar.
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Proteja as suas plantas - se não for possível tirá-las do alcance do gato, tente criar um escudo protetor ao redor delas. Colocar tela, identificadores de plantas ou mesmo naftalina no solo ao redor da planta pode protegê-la de patas curiosas, mas essas barreiras não têm uma aparência muito agradável. Tente colocar um pouco de barba-de-velho em torno da base da planta. Às vezes, pulverizar angostura nas folhas impede o gato de mastigá-las. Outras vezes, contudo, colocar uma substância de gosto ruim na planta prejudica mais a planta do que os dentes do gato.
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Petiscos para o gato e "comida de gente"
Um gato bem alimentado, assim como o homem, não precisa de petiscos entre as refeições. Petiscos muito freqüentes causarão o mesmo efeito no gato que causam em nós: ganho de peso indesejado e dieta não balanceada.
Obviamente, é difícil resistir à tentação de dar ao bichano uma guloseima vez ou outra - e não há problema nenhum em ceder a essa tentação, desde que haja um período de tempo suficientemente longo entre uma vez ou outra. Essa freqüência depende do gato e do tipo de guloseima que você lhe dá. Se o gato ingere a quantidade recomendada de ração de qualidade diariamente e não está acima do peso, então você provavelmente não lhe dá guloseimas em excesso. Se, por outro lado, o gato come alimentos saborosos, mas não muito nutritivos e está mais gordo ou recusa o jantar, é hora de mudar a estratégia.
Guloseimas industrializadas para gatos costumam não ter grande valor nutritivo. Seu principal objetivo é o mesmo das guloseimas para o homem: ser saborosas - muito saborosas - e mais nada. Guloseimas para gatos classificadas como "gourmet" costumam ter menos corantes e substâncias artificiais, mas mesmo assim não devem ser dadas ao bichano como parte regular de sua dieta. A vantagem das guloseimas "gourmet" é o custo: elas têm preço tão elevado que os donos de gatos não exageram na quantidade dada aos bichanos!
Uma pergunta feita aos veterinários o tempo todo é: "Posso dar comida de gente ao meu gato?" Há muito pouco do cardápio que as pessoas comem que os gatos não deveriam comer (ou não comem); portanto, isso não é realmente um problema (os donos de gatos devem tomar cuidado ao alimentá-los com laticínios. Embora os gatos adorem os derivados do leite, muitos não digerem muito bem e ficam nauseados). Mais uma vez, a questão é o equilíbrio nutricional. A exemplo do que acontece com a comida feita em casa, alimentar o gato com sobras de refeições ou usá-las para lanches não dá ao animal a quantidade certa dos nutrientes.
Porém, comida de gente pode ser um dos lanches mais saudáveis para gatos. Se você der ao bichano ovos mexidos ou um pouco de macarrão, ao menos você sabe o que esses alimentos contêm. E você ficará surpreso com o que o gato come. Os donos de gatos contam que seu animal de estimação pede petiscos previsíveis como peixe e frango, bem como imprevisíveis, entre os quais tomates e melão.
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Água, água e mais água
O gato precisa de cerca de 60 ml de água por quilo de peso corporal diariamente. Esse volume não parece grande, mas está correto: um gato de porte médio precisa de dois litros de água toda semana.
Obviamente, os gatos obtêm a água necessária bebendo-a. Mas há outra fonte de água importante para os bichanos: o alimento que eles consomem. Quanto mais água houver nos alimentos dos gatos, menos ele precisa beber. Comida enlatada para gatos é mais cara porque você compra água junto com o alimento (até 75% da ração úmida é composta por água) e paga mais pela embalagem. A ração seca tem muito menos água (talvez 10% do peso), o que significa que o gato cuja dieta consiste em apenas ração seca tem que beber muito mais água.
A desidratação (quantidade insuficiente de água no organismo) é um problema grave para qualquer ser vivo, e os gatos são particularmente propensos a ela. O gato pode passar dias sem alimentação, perder até 40% do peso corporal e ainda assim sobreviver. Mas uma perda de água corporal de apenas 10 a 15% pode matá-lo. Outros líquidos - por exemplo, o leite, se não provocar náusea no bichano - são ótima fonte de água, mas nada é melhor do que a própria água. Verifique se o gato tem bastante água limpa e fresca disponível o tempo todo.

Optar por um gato preso ou um gato solto

Talvez o miado de um gato querendo entrar em casa nos cause pena. Quando se trata da porta da frente, muitos de nós acreditam que nosso gato não ficará satisfeito enquanto ele não sair de casa. Mas, mesmo assim, a maioria age do mesmo jeito quando quer entrar em casa (ou, na verdade, quando querem passar por qualquer porta). Os gatos querem mesmo sair de casa? Eles precisam disso? E mesmo se a resposta para ambas as perguntas for "sim", é essa a melhor opção para os gatos?




2006 Publications International, Ltd.
Os gatos precisam sair de casa como os cães?
O principal motivo para sairmos com nosso cão é para que façam suas necessidades fisiológicas, acompanhada pelo exercício físico. Apenas os menores cães conseguem sobreviver correndo dentro de casa. Os cães caçam em matilhas, o que significa que trabalham em conjunto para cansar a presa. A caça pode durar o dia todo, ou seja, os cães têm um instinto natural para correr...correr...e correr. É preciso muito espaço livre para esse tipo de comportamento. Os gatos, por outro lado, são "caçadores de emboscada". Eles costumam correr muito por períodos relativamente curtos. Um corredor de comprimento razoável dá espaço suficiente para isso. Esse comportamento combinado ao instinto de enterrar as fezes (é por isso que os gatos se acostumam a usar uma caixa de areia) contribuem para que não haja motivo suficiente para levar o gato à rua.
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É natural o gato ir à rua?
Claro, ar fresco e luz do sol são bons para todos - pessoas ou gatos. Mas será que a vida ao ar livre realmente é mais "natural" para o seu gato? Claro, os ancestrais selvagens dos gatos viviam à solta, mas isso foi há alguns milhares de anos e várias centenas de gerações atrás. Para completar, esses ancestrais habitavam as regiões áridas do Oriente Médio - bem diferentes do clima e do ambiente dos Estados Unidos hoje. Depois que os gatos foram domesticados, eles deixaram de ser totalmente "naturais"; depois de retirados de seu habitat original, eles tiveram que se esforçar para adaptar os instintos apurados durante dezenas de milhares de anos vivendo em desertos às novas circunstâncias. Eles nunca conseguiram se adaptar a algumas dessas circunstâncias - o frio cortante do inverno do meio-oeste, cães e animais selvagens que os transformam de caçadores em caçados e caminhões e carros velozes - para citar apenas algumas.
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A vida ao ar livre não é assim tão boa
O que espera por seu gato do lado de fora da porta de entrada da casa? Claro, há árvores e grama e todas as paisagens, sons, aromas e alegrias da natureza - coisas boas para todos nós aproveitarmos. Mas também há animais perigosos, pessoas cruéis, tráfego, doenças e autoridades do controle de zoonoses (que poderão estar em seu direito legal de apanhar e prender o seu gato se ele estiver fora de casa). O único modo confiável de manter o seu gato protegido de todos esses riscos fatais é mantê-lo dentro de casa.
A verdade seja dita, gatos do campo não têm necessariamente mais segurança ao ar livre do que os gatos urbanos. Claro, há muito mais chance de ser atingido por um carro ou atacado por um cão de rua na cidade. Mas no campo, temos alguns predadores que correm mais, mais rapidamente e com mais astúcia do que um cão urbano feroz. Nós também temos vias menos iluminadas, tornando gatos de rua mais difíceis de ser vistos - e mais fáceis de serem atropelados - além de mais tipos de insetos transmissores de doenças, por exemplo os carrapatos.
Uma série de doenças felinas graves e fatais dissemina-se apenas com o contato com gatos infectados - ou com regiões onde há gatos infectados. O vírus da imunodeficiência felina (FIV), que causa uma perturbação no sistema imunológico do gato, é transmitido, sobretudo, por mordidas de gatos infectados. E o vírus da leucemia felina (FeLV) geralmente requer contato direto prolongado com um gato infectado, por exemplo, o compartilhamento de caixas de areia ou de vasilhas de água e de alimentos, além do fato de que um animal acaba lambendo o outro, uma limpeza mútua. Muitas vezes, os riscos de doença são pequenos ou desprezíveis para gatos presos, significativamente maiores para gatos soltos ou gatos que vivem presos e soltos. Donos de gatos - sobretudo aqueles que têm filhos pequenos - devem saber que gatos que vão às ruas têm maior probabilidade de contrair doenças e parasitas que podem contaminar o homem, desde probleminhas como pulgas até doenças mais graves como a doença de Lyme, transmitida pelo carrapato e a perigosíssima raiva.
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Sair com segurança
Só porque é mais seguro para o seu gato viver dentro de casa e não vagar pelas ruas, isso não significa que ele nunca poderá ver a luz do dia, exceto pela janela. Uma correia (sem coleira) é um modo razoavelmente seguro para você e para o gato saírem e tomar ar fresco e um pouco de sol. Mas alguns gatos nunca vão se acostumar a saírem presos a uma correia. A experiência regular desde a fase de filhote ajuda, e alguns gatos treinados até mesmo pedem para sair. Obviamente, mesmo com a correia, o gato corre o risco de pegar pulgas - e de encontrar gatos e cães soltos na vizinhança.
Construir uma passarela para gatos não é tão complicado quanto parece. As passarelas precisam ser fechadas de todos os lados (até mesmo na parte superior), com ancoragem firme e construção sólida. As telas devem ser as mais resistentes do mercado e as laterais devem estender-se alguns centímetros abaixo da superfície do solo para impedir que os gatos cavem buracos para sair - ou que outros animais cavem buracos para entrar. Se a passarela não for anexa à sua casa com uma portinhola (gateira) ou outro vão que leve ao interior da casa, é necessário acrescentar algum tipo de abrigo aquecido e à prova d'água para que o gato possa usar em caso de condições climáticas adversas.
É importantíssimo que a passarela ou outro abrigo similar ao ar livre sejam fechados na parte superior. Gatos têm grande habilidade para escalar e saltar, e mesmo um muro de 2 a 3 metros não os intimida, sobretudo se houver telas às quais eles possam se agarrar. O teto e as laterais da passarela também oferecem outro tipo de segurança - eles impedem a entrada de outras coisas. Aberturas no teto ou nas laterais permitem a entrada de animais perigosos ou violentos, pessoas e coisas em uma área da qual o gato talvez não consiga escapar.
Gatos soltos entram em brigas barulhentas com outros gatos à noite, comem ou arrancam as plantas dos vizinhos, matam pássaros (mas também podem ajudar a controlar a população de roedores da região), e enterram seus dejetos nos jardins alheios. Embora algumas pessoas - e alguns donos de gatos - considerem esses problemas insignificantes, muitas outras os consideram gravíssimos. Se o seu gato entrar em uma briga, as conseqüências serão piores do que o fato de acordar os vizinhos com os miados e berros. Os arranhões superficiais na face ou no dorso do animal não são tão problemáticos. Mas ele também pode ter ferimentos provocados por mordidas que se fecham rapidamente, com sujeira e germes em seu interior, e que criam um abcesso doloroso vários dias depois. As mordidas durante as brigas também são a forma principal de disseminação do vírus da imunodeficiência felina. Gatos não esterilizados que vagueiam pelas ruas também contribuem para o aumento da população felina, um problema que lota os abrigos e resulta em milhões de animais "sacrificados" anualmente.